terça-feira, 24 de abril de 2012

INCOMUM



Quanta beleza...

Quando vi nem mesmo acreditei

Mais parecia obra de Arte

Seria mesmo a Arte em carne e osso?!

Ahh, sim!

Era perfeição nos mínimos detalhes.

Nos seus gestos pude conhecer diversas dimensões espaciais

Sem ao menos dar um passo

Sem conseguir piscar os olhos.

Num instante pude imaginar todos os tipos de sabores

Com intuito de adivinhar qual seria o da sua boca.

Pouco a poco aquela imagem me desfazia

Aos poucos parecia que eu derretia

Derretia feito vela aquecida pelo fogo,

Que quanto mais me desmanchava, mais bem me fazia.

Pasmei...

Confesso que alí, nem mais me sentia !

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